Cozinha Viva La Marina 2017

Comida artesanal e rústica faz sucesso no 4º Encontro Cozinha Viva La Marina

Evento realizado na Marinas Nacionais, no Guarujá, cativou público pela variedade de ingredientes e resgate de técnicas antigas

Além de oferecer aos visitantes a oportunidade de degustar comida artesanal e rústica em várias vertentes, o 4º Encontro Cozinha Viva La Marina, realizado no último fim de semana, de 27 a 29 de janeiro, no Guarujá (SP), também foi uma ocasião para intercâmbio de informações entre os chefs convidados por Felipe Cruz, chef e gestor do La Marina, o restaurante da Marinas Nacionais que promoveu o evento no cenário da Mata Atlântica, à beira do Canal de Bertioga.

O ponto comum entre todos os chefs é o foco na boa procedência e alta qualidade dos ingredientes, das aves da Cerrado Carnes usadas pelo chef Diego Belda às carnes nobres utilizadas pelo Fly Burgers, passando pelos peixes de Márcio Okumura, pelas carnes defumadas e comida mateira de Idolo Giusti, por carnes preparadas e conservadas à moda antiga pela À Table Charcutaria, e pelos pescados, frutos do mar e legumes orgânicos grelhados na brasa de Felipe Cruz.

“Ficamos felizes com o êxito do nosso 4º Encontro Cozinha Viva La Marina, que devemos ao total engajamento dos chefs convidados. Nesta edição, mudamos o formato para uma feira gastronômica, conseguimos criar um ambiente de confraternização, e percebemos a satisfação de quem veio em conhecer formas de fazer comida que, na verdade, são muito antigas, mas vêm crescendo em uma tendência que coloca a grelhagem e o fogo de chão em voga novamente”, avalia Felipe Cruz.

Belda

“Eu gostei muito de estar presente. É importante levar nosso trabalho para um novo público. As pessoas aceitaram bem tantas comidas diferentes e se mostraram bastante interessadas em experimentar e saber mais sobre elas”, observa Diego Belda, do Sítio Três Paineiras, de São Francisco Xavier, distrito de São José dos Campos (SP), onde tem uma mercearia com o mesmo nome e se prepara para abrir um novo restaurante.

Criscuolo

“Essa quarta edição do encontro foi muito legal, bem organizada. E mostrou o amadurecimento do evento. Os chefs convidados foram bem escolhidos. Formamos uma equipe maravilhosa. Claro que foi bom para divulgar nossa marca, mas especialmente para as pessoas poderem conhecer um pouco de charcutaria, uma arte de cocção e conservação de carnes, principalmente através da cura, salgação e defumação, técnicas muito antigas que trazemos de volta”, comenta Bernardo Criscuolo, da À Table Charcutaria, de São Paulo.

Giusti

“Conseguimos atingir os visitantes com propostas gastronômicas diferentes das rotineiras. Trouxemos coisas dos biomas que temos, e que precisam de recuperação. Tudo sustentável, do fogo às carnes. Foi uma excelente ocasião para divulgar nossos produtos e nosso trabalho”, diz Idolo Giusti, da Giusti Eventos, de São Paulo, que serviu comida mateira, feita de forma rústica, como carnes defumadas e porco e javali assados em fogo de chão.

Meneguini

“Foi muito bom participar desse encontro, pelo local, que é muito bonito; pelo público, bastante interessado em conhecer novas linhas de gastronomia; pela organização do evento; pelo mix de produtos, bem variados; e pela escolha dos chefs, com trabalhos muito autênticos. Foi bom para vendas e excelente para aprender mais”, afirma a chef Cecília Meneguini, do Fly Burgers, de Americana (SP), que fez sucesso com seus hambúrgueres-arte grelhados na brasa.

Okumura

“Fiquei admirado com a diversidade de produtos. Descobri muitos ingredientes novos e fiquei encantado com o varal de aves assadas em fogo de chão do Diego Belda, com o moquém de tainha e a moqueca de jaca do Felipe Cruz, e especialmente com o pau de alho, uma erva que o chef usou para condimentar legumes defumados”, completa Márcio Okumura, do Okumura Restaurante e Temakeria de Santos (SP).

Orgânicos e da Mata Atlântica

Além dos pratos dos seis chefs, saboreados em harmonia com chopp Paulanner e cerveja Heineken, o público também teve a oportunidade de saborear saladas orgânicas do La Marina; massas Paganini; sorvetes do Empório Mata Atlântica, marca do Instituto Auá, de São Paulo.

Também teve a chance de experimentar o cambuci, fruto desse bioma, em forma de geleias, biscoitos e em infusão em cachaça, entre outras opções, na banca da Rota do Cambuci, da qual o La Marina faz parte.

Deu ainda para comprar legumes e verduras orgânicos na banca do Bico do Piu, projeto de agricultura familiar de Taiaçupeba, distrito de Mogi das Cruzes (SP), e para degustar cervejas artesanais Curupira, produzidas na vizinha Bertioga.

Para completar, no sábado, o evento teve vários pocket shows da Monoclub, banda de folk, estilo musical em sintonia com as linhas gastronômicas do encontro, de Sorocaba (SP).

No ano que vem tem mais

A quinta edição do Cozinha Viva La Marina está programada para o verão de 2018.

Assessoria de Imprensa do 4º Encontro Cozinha Viva La Marina
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